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Quando tudo parece uma confusão sem sentido, quando nem aos nossos próprios pensamentos conseguimos dar razão, quando o mal é tão real que parece estar dentro da nossa pele e não o conseguimos afastar sem doer… É aí que lembramos que a música aquece. Que podemos arrancar de materiais ou das nossas próprias vozes sons que, aos poucos, trazem-nos o calor de uma fogueira no inverno. Devagarinho, como uma pequena nuvem que cresce e se torna tempestade, Deus manda a Sua chuva. Pode até incomodar no início, mas é aí que a música nos ajuda a ver a bênção da água que cai do Céu. Cai espontaneamente, descontroladamente. Cai não só em mim, mas em quem estiver por perto. E que chuva é essa!, capaz de ordenar caos, dissipar trevas, apagar dores, afastar frio… Ser paz em nós.

Chove em mim, Elohim, hoje… e sempre que achares necessário.  ·

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O Amor é mais forte do que a morte. No entanto, fazemo-lo tão fraco entre nós. Sem força, sem perseverança. Falha tanto neste mundo que dele pouco vemos ao longo de uma vida inteira. Porquê? Porque nos mantemos longe da sua Fonte. Pensamos que ele habita em nós, só porque já o sentimos algum dia. Mas é fácil perceber que não é nosso. Nas nossas mãos ele é frágil!… São mais as vezes que o matamos do que o alimentamos.

No entanto, o amor existe eternamente, tal como o seu Criador. Quer vivamos, quer morramos, o Amor vive. Em nós ou fora de nós. Sempre vive. E é lindo. A força do Amor é sobrenatural. O Amor é mais forte do que a morte porque dura para além dela. É a prova de que existe algo superior a nós e que a vida é pra ser contínua, sem interrupções. Eterna, como o Amor.

Uma das expressões do Amor é a música. Apesar dela sair do ser humano, tal como o Amor, não é dele. Nós somos apenas canais, contentores destas coisas lindas que Deus nos deu. O Amor e a Música.

De mãos dadas com o Amor, anda o Perdão. É nele que surge a força do Amor. O Perdão é a comida do Amor. Se quisermos que o amor dure, sabemos o que temos que fazer. E, assim, o Amor nunca morre totalmente. Ele vive. E sempre, e sempre. Quem ama, perdoa. E a Música verdadeira nasce.

O Amor, o Perdão e a Música. Três fios de um cordão inquebrável.

Quem se agarra a Ele, vive eternamente.

 

Adeus Velho Homem
(tradução de “Goodbye Old Man”, Melissa Otto)

Achava que andava em liberdade
Achava que os teus tesouros me fariam feliz
Mas eram as próprias correntes que me prendiam
Adeus velho homem
Prometeste que tinhas tudo o que queria
Mas era isso mesmo que me roubava
Deixando o meu coração completamente vazio
Adeus velho homem

Adeus velho homem
Espero não te ver outra vez
Não quero ser teu amigo
Adeus velho homem
O velho se foi
Vê, o novo já chegou
Contigo nunca me diverti de verdade
Adeus velho homem

Deus deu Aquele sem pecado para se tornar
Pecado por nós, para que pudessemos ser
Reconciliados com o nosso Pai
Agora sou em Cristo e em Cristo sou livre
A Sua lei é a Lei da Liberdade
Oh, memórias contigo tive muitas
Mas tu não terás mais comigo
Adeus velho homem!

PS.: A Melissa (solista) e os irmãos são alunos e professores no Avondale College (universidade adventista na Austrália). São jovens, mas fazem uma grande diferença por onde passam. A família Otto, adventista do sétimo dia, é da Nova Zelândia.

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