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Arrumando minha gaveta de papéis (de vez em quando, uma limpa é necessário), achei este “poema” rabiscado há vários anos… Coisa de adolescente, mas achei que devesse publicar aqui, pelo menos posso jogar o papel sem remorso. Se lhe disser alguma coisa, fico feliz. Boa noite, e uma ótima semana para você!

 

Enquanto o Sol brilha, eu vejo o Teu poder;
Quando o Sol se põe, é mais difícil Te ver.
Mas ainda assim eu preciso acreditar;
De tudo o que já fizeste eu quero me lembrar.

Pois eu sei que a luz que hoje não vejo,
Um dia será o brilho da eternidade.
E todo o sonho, sentimento e desejo
Que hoje tenho, será, enfim, realidade.

Oh, Deus, que eu sempre me lembre disto:
Se o Sol não brilha, não é porque não está lá;
E que a noite não é eterna, nunca será.

E que o anseio do meu coração por luz e calor,
Será totalmente suprido, um dia, pelo Teu amor.

Enquanto o Sol brilha, eu vejo o Teu poder.
Quando o Sol se põe, com o meu coração, posso Te ver.

Malaquias 4:2
“Mas para os que temem o Meu nome, nascerá o Sol da Justiça, trazendo salvação nas Suas asas.”

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Quando tudo parece uma confusão sem sentido, quando nem aos nossos próprios pensamentos conseguimos dar razão, quando o mal é tão real que parece estar dentro da nossa pele e não o conseguimos afastar sem doer… É aí que lembramos que a música aquece. Que podemos arrancar de materiais ou das nossas próprias vozes sons que, aos poucos, trazem-nos o calor de uma fogueira no inverno. Devagarinho, como uma pequena nuvem que cresce e se torna tempestade, Deus manda a Sua chuva. Pode até incomodar no início, mas é aí que a música nos ajuda a ver a bênção da água que cai do Céu. Cai espontaneamente, descontroladamente. Cai não só em mim, mas em quem estiver por perto. E que chuva é essa!, capaz de ordenar caos, dissipar trevas, apagar dores, afastar frio… Ser paz em nós.

Chove em mim, Elohim, hoje… e sempre que achares necessário.  ·

O Amor é mais forte do que a morte. No entanto, fazemo-lo tão fraco entre nós. Sem força, sem perseverança. Falha tanto neste mundo que dele pouco vemos ao longo de uma vida inteira. Porquê? Porque nos mantemos longe da sua Fonte. Pensamos que ele habita em nós, só porque já o sentimos algum dia. Mas é fácil perceber que não é nosso. Nas nossas mãos ele é frágil!… São mais as vezes que o matamos do que o alimentamos.

No entanto, o amor existe eternamente, tal como o seu Criador. Quer vivamos, quer morramos, o Amor vive. Em nós ou fora de nós. Sempre vive. E é lindo. A força do Amor é sobrenatural. O Amor é mais forte do que a morte porque dura para além dela. É a prova de que existe algo superior a nós e que a vida é pra ser contínua, sem interrupções. Eterna, como o Amor.

Uma das expressões do Amor é a música. Apesar dela sair do ser humano, tal como o Amor, não é dele. Nós somos apenas canais, contentores destas coisas lindas que Deus nos deu. O Amor e a Música.

De mãos dadas com o Amor, anda o Perdão. É nele que surge a força do Amor. O Perdão é a comida do Amor. Se quisermos que o amor dure, sabemos o que temos que fazer. E, assim, o Amor nunca morre totalmente. Ele vive. E sempre, e sempre. Quem ama, perdoa. E a Música verdadeira nasce.

O Amor, o Perdão e a Música. Três fios de um cordão inquebrável.

Quem se agarra a Ele, vive eternamente.

 

A Bíblia é a maior fonte de auto-estima para qualquer pessoa. É ela que me diz que eu tenho valor intríseco. Não porque me fiz assim, mas porque Deus me trouxe à luz, escolheu-me, direccionou as circunstâncias da minha vida para que eu fosse o que sou hoje e tivesse a hipótese de ser quem Ele quer que eu seja.

Tudo com que Deus se envolve, torna-se automaticamente valioso (quem poderia classificar melhor as coisas do que o Criador?). Eu sou importante. Tu és importante. Ele ama-te. {Jeremias 29:11 & João 3:16}

Para uma rapariga que nasceu e cresceu na Igreja Adventista, sonhando com missões nos lugares mais longínquos da Terra, ser “missionária” na sua própria cidade, na sua própria igreja, na sua própria casa, definitivamente não estava nos meus planos.

Sentada numa sala de uma editora, à frente de um computador, sem poder estender a mão ao necessitado, dar uma palavra de conforto ao desesperado, nem tocar o ferido, há momentos em que me sinto deslocada, em que sinto existir um outro lugar, um outro trabalho, outras pessoas com quem e onde deveria estar. Mas não estou.

Muitas vezes (na semana) tenho que me lembrar dos efeitos positivos que o meu trabalho diário pode ter na vida de, se não muitas, pelo menos algumas pessoas. Talvez não seja tanto como gostaria e certamente não da forma com que sempre sonhei, mas de certeza é alguma coisa.

O pastor Bill Knott contou no editorial de Agosto 2010 da “Adventist World” que, 19 anos depois, voltou a encontrar um casal que tinha pastorado, guiado no estudo da Palavra e inclusive realizado as suas cerimónias de baptismo e casamento. E foi num dia em que se sentia levado a questionar os resultados do seu ministério que abriu um envelope, recebido desse casal, e com um sorriso constatou, por carta e fotos, o empenho e dedicação dessa família ao serviço de Deus, principalmente do filho mais velho que planeava terminar a faculdade e trabalhar para a ADRA.

O mesmo se passa com o trabalhador do campo que Jesus mencionou em Mateus 4:26 e 27: “Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce, embora ele não saiba como.”

Assim, eu sigo trabalhando. Embora eu não saiba como, Deus me usa. E ainda que passem 20 anos sem que eu veja o que Ele fez através de mim, ainda que só na eternidade eu venha a saber, tenho a certeza que lá saberei como cada trabalho aparentemente inútil, cada dia frustrante (até cada derrota), Deus pôde usar para trazer luz a um coração escuro… e a Sua salvação à minha vida.

A Ele, que tudo vê, toda a glória. Sempre.

No mundo de hoje, onde o engano só é considerado errado quando a pessoa é apanhada, onde se é considerado estúpido por devolver o dinheiro que se achou, onde desculpas como “o cão comeu o meu trabalho de casa” ou “o cheque está a ir por correio” são normais, as pessoas que se mantém honestos e correctos se distinguem como indivíduos extraordinários.

Poderá não ser possível manter sempre a palavra a 100%. Coisas inevitáveis poderão servir de empecilhos, mas quando tal acontece, se não procurares arranjar justificações, tu pertences ao grupo desses indivíduos excepcionais que são fiéis aos princípios e são sinceros. O mundo necessita grandemente de pessoas assim.

Hoje descobri que posso assistir televisão pela internet, no meu computador! A primeira coisa que fiz foi chamar o meu pai (não só porque ele era a única pessoa perto no momento mas também porque sabia que ele adoraria os canais de notícias) e mostrar-lhe como aquilo funcionava!…

Eu sou assim. É difícil manter-me calada quando descubro uma coisa boa! E tu?

“Deus quer que todos os seres humanos tomem boas decisões. Ele quer que sejamos felizes e bem sucedidos. Mas Deus pensa em termos da eternidade. O que consideramos uma vida de êxito é bem curta! Só uma decisão conta realmente.”

Se leste a experiência do Tito quando chegou ao Céu, no trimensário dos Adolescentes, Lição 5, comenta aqui a tua experiência, a tua visão, a tua opinião. O que tens a dizer?

© Shutterstock O que é mais importante para ti define as tuas decisões diárias.

Uma pessoa pode gastar 1 hora para se arrumar, maquilhar, ajeitar, e sair a correr de manhã, com um copo de leite no estômago, ou mesmo nada, porque “não teve tempo” pra comer.

Outra pode gastar uma hora num cadeirão, com livros à sua volta, cedo de manhã, fechando os olhos de vez em quando, só para “estar com Deus”.

Outra, ainda, prefere gastar o seu salário com objectos quase funcionais e quase inúteis, e chegar ao fim do mês e perceber que gastou bem mais do que podia pagar.

Os teus valores determinam o que pensas e o que fazes. Eles definem o que é importante e o que não é.
Que calças usar, que almoço comer, que curso seguir, que relacionamento ignorar… Simples ou complexas, todas as tuas decisões baseiam-se nos teus princípios. Se ignoras os teus valores, torna-se muito difícil decidir.

Tudo se torna muito simples quando sabes o que rege a tua vida. E se sabes o que te direcciona, então já sabes o que fazer. Pode não ser fácil, mas é simples. É decidir e ir em frente.

No fim do dia, o que conta é o que fazes. Mas antes de fazer, escolhe os teus princípios. Tudo fica muito mais simples. E, então, vive.

“Se vivemos, é para o Senhor que vivemos e, se morremos, é para o Senhor que morremos; pois tanto na vida como na morte, somos todos do Senhor.” Romanos 14:8

© Tommy Ga-Ken Wan

Eu sou movida por vontades. Vontade de dormir, vontade de comer, vontade de ir à casa-de-banho, vontade de ver, vontade de ouvir, vontade de ganhar, vontade de saber, vontade de ter, vontade de ser.

Mas também sou movida por valores (princípios). Levanto-me de manhã porque tenho responsabilidades, vou porque quero agradar alguém, faço porque é o certo a se fazer, não faço porque não é correcto.

Podes não saber donde vieram, mas tens valores, assim como eu.
Já alguma vez te apanhaste a argumentar contigo mesmo para, nalgum momento,
pôr de lado um princípio que tens desde que te lembras de existir?
Hoje aconteceu-me. Depois, por acaso (será?), li Gálatas 5:24.
E percebi.

Os meus valores parecem perder cor perto das promessas coloridas do Inimigo.
Vivemos num mundo de cores, luzes e sons, de televisão HD, de filmes 3D, de internet a 100 megas.
O que eu quero? Cor, velocidade e definição, ou Vida, Salvação, Felicidade?

Talvez não tenha que escolher entre um dos dois grupos.
Mas uma coisa já decidi: se esta escolha se impôr sobre mim, não penso 2 vezes.

O meu coração tem Dono.

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