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Arrumando minha gaveta de papéis (de vez em quando, uma limpa é necessário), achei este “poema” rabiscado há vários anos… Coisa de adolescente, mas achei que devesse publicar aqui, pelo menos posso jogar o papel sem remorso. Se lhe disser alguma coisa, fico feliz. Boa noite, e uma ótima semana para você!

 

Enquanto o Sol brilha, eu vejo o Teu poder;
Quando o Sol se põe, é mais difícil Te ver.
Mas ainda assim eu preciso acreditar;
De tudo o que já fizeste eu quero me lembrar.

Pois eu sei que a luz que hoje não vejo,
Um dia será o brilho da eternidade.
E todo o sonho, sentimento e desejo
Que hoje tenho, será, enfim, realidade.

Oh, Deus, que eu sempre me lembre disto:
Se o Sol não brilha, não é porque não está lá;
E que a noite não é eterna, nunca será.

E que o anseio do meu coração por luz e calor,
Será totalmente suprido, um dia, pelo Teu amor.

Enquanto o Sol brilha, eu vejo o Teu poder.
Quando o Sol se põe, com o meu coração, posso Te ver.

Malaquias 4:2
“Mas para os que temem o Meu nome, nascerá o Sol da Justiça, trazendo salvação nas Suas asas.”

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O Amor é mais forte do que a morte. No entanto, fazemo-lo tão fraco entre nós. Sem força, sem perseverança. Falha tanto neste mundo que dele pouco vemos ao longo de uma vida inteira. Porquê? Porque nos mantemos longe da sua Fonte. Pensamos que ele habita em nós, só porque já o sentimos algum dia. Mas é fácil perceber que não é nosso. Nas nossas mãos ele é frágil!… São mais as vezes que o matamos do que o alimentamos.

No entanto, o amor existe eternamente, tal como o seu Criador. Quer vivamos, quer morramos, o Amor vive. Em nós ou fora de nós. Sempre vive. E é lindo. A força do Amor é sobrenatural. O Amor é mais forte do que a morte porque dura para além dela. É a prova de que existe algo superior a nós e que a vida é pra ser contínua, sem interrupções. Eterna, como o Amor.

Uma das expressões do Amor é a música. Apesar dela sair do ser humano, tal como o Amor, não é dele. Nós somos apenas canais, contentores destas coisas lindas que Deus nos deu. O Amor e a Música.

De mãos dadas com o Amor, anda o Perdão. É nele que surge a força do Amor. O Perdão é a comida do Amor. Se quisermos que o amor dure, sabemos o que temos que fazer. E, assim, o Amor nunca morre totalmente. Ele vive. E sempre, e sempre. Quem ama, perdoa. E a Música verdadeira nasce.

O Amor, o Perdão e a Música. Três fios de um cordão inquebrável.

Quem se agarra a Ele, vive eternamente.

 

No mundo de hoje, onde o engano só é considerado errado quando a pessoa é apanhada, onde se é considerado estúpido por devolver o dinheiro que se achou, onde desculpas como “o cão comeu o meu trabalho de casa” ou “o cheque está a ir por correio” são normais, as pessoas que se mantém honestos e correctos se distinguem como indivíduos extraordinários.

Poderá não ser possível manter sempre a palavra a 100%. Coisas inevitáveis poderão servir de empecilhos, mas quando tal acontece, se não procurares arranjar justificações, tu pertences ao grupo desses indivíduos excepcionais que são fiéis aos princípios e são sinceros. O mundo necessita grandemente de pessoas assim.

“Deus quer que todos os seres humanos tomem boas decisões. Ele quer que sejamos felizes e bem sucedidos. Mas Deus pensa em termos da eternidade. O que consideramos uma vida de êxito é bem curta! Só uma decisão conta realmente.”

Se leste a experiência do Tito quando chegou ao Céu, no trimensário dos Adolescentes, Lição 5, comenta aqui a tua experiência, a tua visão, a tua opinião. O que tens a dizer?

© Tommy Ga-Ken Wan

Eu sou movida por vontades. Vontade de dormir, vontade de comer, vontade de ir à casa-de-banho, vontade de ver, vontade de ouvir, vontade de ganhar, vontade de saber, vontade de ter, vontade de ser.

Mas também sou movida por valores (princípios). Levanto-me de manhã porque tenho responsabilidades, vou porque quero agradar alguém, faço porque é o certo a se fazer, não faço porque não é correcto.

Podes não saber donde vieram, mas tens valores, assim como eu.
Já alguma vez te apanhaste a argumentar contigo mesmo para, nalgum momento,
pôr de lado um princípio que tens desde que te lembras de existir?
Hoje aconteceu-me. Depois, por acaso (será?), li Gálatas 5:24.
E percebi.

Os meus valores parecem perder cor perto das promessas coloridas do Inimigo.
Vivemos num mundo de cores, luzes e sons, de televisão HD, de filmes 3D, de internet a 100 megas.
O que eu quero? Cor, velocidade e definição, ou Vida, Salvação, Felicidade?

Talvez não tenha que escolher entre um dos dois grupos.
Mas uma coisa já decidi: se esta escolha se impôr sobre mim, não penso 2 vezes.

O meu coração tem Dono.

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