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Ela é simpática e divertida, com a sua pele morena e cabelos cacheados até aos ombros. Líder na escola que frequenta e muito participativa na classe dos adolescentes da sua igreja, Jéssica é uma cristã adventista que muitos pais gostariam de ter como filha. Apaixonada por leitura, devora com facilidade livros que lhe emprestavam, principalmente se forem da série “Crepúsculo”.

Se você não conhece esta literatura para adolescentes, provavelmente não identificou nada de errado no parágrafo acima. Mas há, sim, algo de errado e profundamente contraditório na vida real que acabei de descrever. E Jéssica não é a única neste situação.

O entretenimento hoje é uma indústria gigantesca que envolve milhões de pessoas e bilhões de dólares. Mas para as milhões de pessoas que diariamente doam para esta “causa”, o entretenimento tem, quase imperceptivelmente, se tornado mais do que um passatempo: na prática, serve como uma religião. Não como um meio de chegar ao Deus verdadeiro, mas como fonte de um deus auto-criado, auto-condescendente, interno e ideal — perfeito para preencher o vazio do coração e afastar da consciência os anseios celestiais que ainda ecoam no Homem.

Esta realidade é claramente exposta por um dos administradores da DeviantART, a maior comunidade online de artistas, no seu “caderno de pensamentos” virtual. Ele se sente na obrigação de defender o status do homem pós-moderno como mais do que simples consumidor, e de categorizar filmes, jogos e música como mais do que mero entretenimento. “Nós nos ‘investimos’ grandemente neles. (…) Filmes sempre foram (e agora, também, os videogames) as “religiões” ou mitos alternativos que escolhemos para nos identificarmos e através dos quais frequentemente definimos e direcionamos a forma de pensar a vida, por vezes a uma extensão maior do que a das próprias Religiões ou Ideologias.”

Seria ridículo afirmar que esta indústria não deixa a sua marca no dia-a-dia do cristão adventista. Na verdade, somente um eremita extremo conseguiria estar totalmente à margem dos sons, das imagens e das ideias que envolvem praticamente todos os ambientes públicos (e muitos particulares também), “gentilmente” gritando a quem passe o que esta religião defende.
Ela está em todo o lado: na música do supermercado, nas publicidades dos ônibus, no programa televisivo, no documentário histórico, na revista das bancas. Oferecendo, “de graça”, um conceito de vida superior, sem culpas, limites ou preconceitos, onde os meus sentimentos são o termômetro da razão e as consequências do que faço são o pequeno preço da felicidade, fazendo com que o meu prazer faça tudo valer a pena.

Um cristão, que crê e toma diariamente a Bíblia como a revelação verdadeira do único Deus, sabe que só há uma Verdade, uma só Origem, um Plano e um Futuro, totalmente desejáveis ao coração humano.
No entanto, essa Verdade não é conhecida nem apreciada por essa indústria que prega o amor próprio à parte da Fonte do Amor, que defende os direitos sem mencionar as obrigações, que impõe um pretenso padrão elevado sem mencionar as decepções inerentes.

Viver neste século, nesta cultura, é ver que o Mal é tão real quanto o Bem, e que as suas ações, ainda que bem vestidas e iluminadas, não passam de ilusão e morte. Somente a Luz é a segurança do cristão. “Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz para o meu caminho.” Salmo 119:105.

Se sou cristão, sei que a Bíblia é a verdadeira fonte da Verdade que me “religa” a Deus, o Criador Redentor, de quem tanto sinto falta. A dificuldade não está em definir o que eu acredito, mas em controlar o que sinto no dia-a-dia. A força da indústria do entretenimento não está no seu bem-esquematizado conjunto de doutrinas ou na sua clara posição sobre a eutanásia — a sua força está em saber usar cada som, imagem e palavra para me fazer sentir. Ponto. Não pensar, mas sentir. Os sentimentos são reais, mesmo que a história contada não o seja. O sentimento é real o suficiente para despertar outros que já habitavam na minha natureza e, assim, o que não era, passa a existir e lentamente sou o que a minha Religião nunca me incentivou a ser.

O desafio não é parar de sentir (já que sentir é uma dádiva de Deus). É “peneirar” o assimilado, à luz da Verdade, e escolher as fontes que alimentam a mente e o coração. Ainda bem que temos um Deus que nos conhece como ninguém, e que nos oferece o exemplo e o poder para viver uma vida livre de ilusões, cheia de experiências verdadeiras de paz, amor e segurança (Jer. 29:11).

Pessoa alguma, a não ser os que fortaleceram o espírito com as verdades da Escritura, poderá resistir no último grande conflito. GC 593
Estamos vivendo no período mais solene da história deste mundo. O destino das imensas multidões da Terra está prestes a decidir-se. … Necessitamos humilhar-nos perante o Senhor, com jejum e oração, e meditar muito em Sua Palavra (…). Cumpre-nos buscar agora uma experiência profunda e viva nas coisas de Deus. GC 601

Que esta seja a sua e a minha experiência, até aquele Dia, em que tudo que tivermos abdicado nesta vida parecerá nada comparado com a realidade gloriosa diante dos nossos olhos (Rom. 8:18).

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Quando tudo parece uma confusão sem sentido, quando nem aos nossos próprios pensamentos conseguimos dar razão, quando o mal é tão real que parece estar dentro da nossa pele e não o conseguimos afastar sem doer… É aí que lembramos que a música aquece. Que podemos arrancar de materiais ou das nossas próprias vozes sons que, aos poucos, trazem-nos o calor de uma fogueira no inverno. Devagarinho, como uma pequena nuvem que cresce e se torna tempestade, Deus manda a Sua chuva. Pode até incomodar no início, mas é aí que a música nos ajuda a ver a bênção da água que cai do Céu. Cai espontaneamente, descontroladamente. Cai não só em mim, mas em quem estiver por perto. E que chuva é essa!, capaz de ordenar caos, dissipar trevas, apagar dores, afastar frio… Ser paz em nós.

Chove em mim, Elohim, hoje… e sempre que achares necessário.  ·

Hoje descobri que posso assistir televisão pela internet, no meu computador! A primeira coisa que fiz foi chamar o meu pai (não só porque ele era a única pessoa perto no momento mas também porque sabia que ele adoraria os canais de notícias) e mostrar-lhe como aquilo funcionava!…

Eu sou assim. É difícil manter-me calada quando descubro uma coisa boa! E tu?

Adeus Velho Homem
(tradução de “Goodbye Old Man”, Melissa Otto)

Achava que andava em liberdade
Achava que os teus tesouros me fariam feliz
Mas eram as próprias correntes que me prendiam
Adeus velho homem
Prometeste que tinhas tudo o que queria
Mas era isso mesmo que me roubava
Deixando o meu coração completamente vazio
Adeus velho homem

Adeus velho homem
Espero não te ver outra vez
Não quero ser teu amigo
Adeus velho homem
O velho se foi
Vê, o novo já chegou
Contigo nunca me diverti de verdade
Adeus velho homem

Deus deu Aquele sem pecado para se tornar
Pecado por nós, para que pudessemos ser
Reconciliados com o nosso Pai
Agora sou em Cristo e em Cristo sou livre
A Sua lei é a Lei da Liberdade
Oh, memórias contigo tive muitas
Mas tu não terás mais comigo
Adeus velho homem!

PS.: A Melissa (solista) e os irmãos são alunos e professores no Avondale College (universidade adventista na Austrália). São jovens, mas fazem uma grande diferença por onde passam. A família Otto, adventista do sétimo dia, é da Nova Zelândia.

There’s distance in the air and I cannot make it leave
i wave my arms’ round about me and blow with all my might
I cannot sense you close, though I know you’re always here
But the comfort of you near is what i long for

[CHORUS]
When I can’t feel you, I have learned to reach out just the same
When I can’t hear you, I know you still hear everyword I pray
And i want you more than i want to live another day
And as I wait for you maybe I’m made more faithful

All the folly of the past, though I know it is undone
I still feel the guilty one, still trying to make it right
So I whisper soft your name, let it roll around my tounge,
Knowing you’re the only one who knows me
You know me

[CHORUS]

[BRIDGE]
Show me how I should live this
Show me where I should walk
I count this world as loss to me
You are all I want
You are all I want

Who can hold the stars
And my weary heart?
Who can see everything?

I’ve fallen so hard
Sometimes I feel so far
But not beyond your reach

I could climb a mountain
Swim the ocean
Or do anything
But it’s when you hold me
That I start unfolding
And all I can say is

Hallelujah, hallelujah
Whatever’s in front of me
Help me to sing hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Whatever’s in front of me
I’ll choose to sing hallelujah

The same sun that
Rises over castles
And welcomes the day

Spills over buildings
Into the streets
Where orphans play

And only you can see the good
In broken things
You took my heart of stone
And you made it home
And set this prisoner free

Hallelujah, hallelujah
Whatever’s in front of me
Help me to sing hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Whatever’s in front of me
I’ll choose to sing hallelujah

[ Bethany Dillon ]

Love woke me up this morning
with a memory
Love came and whispered a story
that awakened a dream

imagine a beautiful castle
and a beautiful KING
HE left the comfort of HIS throne
to fight for victory

I am a dreamer
take me higher
open the sky up
start a fire
I believe
even if it’s just a dream

Love woke me up this morning
and I ran to see
The KING in the winners’ circle
on the horse HE won for me

only a king would do anything
to protect the kingdom

[ Bethany Dillon > Imagination ]

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