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“Uma jovem de 27 anos vai se casar com um homem de 80 anos”, é uma das manchetes de hoje. Parece mais um caso clássico e normal (sério?), de uma moça casando pela segurança financeira de um velho milionário.

Mas de normal, esta história não tem nada.

Afton Elaine Burton, uma jovem norte-americana, saiu de casa aos 18 anos de idade, para ir viver perto da Penitenciária estatal de Corcoran (a 300km de Los Angeles, Califórnia), onde está encarcerado o seu idoso noivo, o infame Charles Manson, condenado a prisão perpétua por múltiplos homicídios de violência selvagem somados a décadas de roubos e outros crimes sociais, em parte motivados por ideologias orientais cientológicas.

Um parágrafo difícil de escrever.

Eu não conheço a moça mas li, por alto, a história do velho criminoso. Uma leitura deprimente, no mínimo. Dá pra ver que o Mal agarrou este homem bem cedo na vida, e ele se agarrou de volta.

A moça… não sei que tentáculo do Mal se aproximou dela, mas certamente ela aceitou de bom grado, e bem cedo também, para tomar uma decisão tão radical, ainda na adolescência.

Onde está a família desta moça? O que fizeram os pais, os amigos, os professores, as pessoas que a amam (que certamente existem), para abrir-lhe os olhos para o perigo? Para impedir que a insanidade do Mal a cegasse, e a fizesse refém?

Como já disse, não conheço a vida da Elaine. Não sei se tem um irmãozinho mais novo que a admira, ou uma mãe que compra todos os livros que ela quer. Não sei se ela sempre se interessou por filosofias auto-salvadoras de destruição iminente que levam as pessoas a cometer crimes, ou simplesmente foi um pequeno passo, de cada vez, na direção errada, a caminho da escuridão mental.

Só sei que uma moça bonita e interessante como a Elaine poderia viver livre e realmente feliz se não tivesse brincado com o Mal desde cedo na vida.

Na guerra entre o Bem e o Mal, os únicos que estão brincando são os seres humanos. Mais ninguém brinca. Os líderes dos dois lados não estão brincando. Os dois entendem a seriedade; os dois vêem as consequências eternas do que acontece aqui, todo o minuto. Nós somos os mais cegos e, por isso, os mais facilmente enganados pelo lado que quer nos destruir; e o lado que quer nos salvar, não usa a mentira nem a violência. Lembre-se disso: Tudo o que é aditivo, viciante e deixa você fora do controle de si mesmo, não é de Deus, não vem do Bem, e foi feito com o intuito de o destruir.

Não se engane. O inimigo de Deus é seu inimigo também. Ele quer atingir Deus, e ver você sofrer no processo. Esqueça que ele só quer te irritar, ou te atrapalhar. Não mesmo! Ele quer a sua morte. De preferência lenta, louca e perversamente.

A mentira é a sua obra-prima. E sendo que a mentira nada mais é do que uma história inventada, nunca vimos tanto do trabalho do inimigo sendo vendido, promovido e amado como no entretenimento de hoje. Sejam elas pequenas frases ou obras de 500 páginas, estejam em video, áudio, livros ou objetos, as mentiras têm a capacidade de se tornarem verdade mais rápido do que imaginamos. A gente esquece que o nosso cérebro foi criado para viver no Reino da Verdade: ele recebe como verídico tudo o que capta.

O que o seu cérebro tem captado ultimamente? Quantas horas por dia de histórias encharcadas de maldade? Quantos princípios de egoísmo, violência e engano absorvidos? Analise a sua vida. Provavelmente nem terá que pensar muito para perceber as coisas que não são de Deus que pertencem ao seu dia-a-dia, que têm as afeições do seu coração, dos seus gostos, que lhe oferecem prazer impuro.

Terrível, não é? É mais próximo de nós do que pensamos. E é aqui que o perigo reside.

Nunca traz bons resultados brincar com o Mal. Chegar perto para ver, para sentir, pode ser o suficiente para ser muito difícil de largar.

E mesmo que, em um momento de lucidez, você peça a liberdade que só Deus oferece, e Ele, no Seu profundo desejo de te salvar, liberte você do Mal, lembre-se que você foi criado livre e sempre será livre, até deixar o Mal prender você de novo.

E dessa vez, pode não ter volta.

Jesus nos alertou para o perigo de ter a “casa limpa e arrumada” depois que o Mal é expulso, mas não ocupar a casa com a presença do Libertador.*

A maneira perfeita de se manter livre é se “prender” aos laços do amor desse Deus que lhe deu vida, liberdade e restauração, de graça!

Lembre-se Dele, e Ele manterá você no caminho da vida eterna.
Não compensa viver no escuro.
Quando você viver na luz da Verdade, saberá que foi para isto que foi criado!
Que Deus te chame incansavelmente; que você ouça e queira viver!…
Até nos encontrarmos, para sempre, na Sua presença, em breve,
é a minha oração.

* E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para a minha casa, de onde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má.
Mateus 12:43-45

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Por várias vezes assisti e até participei em discussões sobre como um Deus de amor pode ordenar a exterminação completa de povos, por Sua arbritrária vontade, e continuar a ser visto por nós, leitores da Bíblia, como um Deus de amor.

É verdade que ao olhar desprendido do todo, as ordens de Deus ao povo de Israel para dominar e destruir tudo e todos na terra dos pagãos, parece saído de um teatro grego e não do mesmo Livro que revela Jesus, o Cordeiro que derramou o Seu sangue por nós.

Esta ideia surge quando olhamos para Deus como um deus grego, distante dos homens o suficiente para não sentir a sua morte, mas perto o suficiente para se irritar com o seu comportamento. Assim, surge um Deus confuso, inconstante. Um Deus que só ama quem quer amar e só salva quem lhe apetece.

…E não um Deus que espera, que dá tempo; que cria e deixa viver; um Deus que liberta e não força; que dá… sem esperar em troca.

Pois é este Deus que eu vejo; não em três ou quatro versos de um livro fora do contexto. Mas em 66 livros e 28 anos de vida. Se todos concordamos que Deus é muito mais do que eu consigo imaginar, porque tomo 1 verso bíblico (ou até mesmo 1 livro!) como suficiente para abarcar o Seu caráter?

Eu não estava lá para ver porquê este Deus que eu amo, em algum momento da História, desejou a morte de quem não O seguia. Mas de uma coisa eu sei: na maioria das vezes eu desejo o fim do sofrimento muito mais cedo do que Ele.

E se o sangue inocente que corria pelas ruas de Sodoma fosse de alguém que eu amo? Teria tanta vontade de poupar o mau?… Não sei. Eu só sei que a minha misericórdia nunca chegará a ser tão grande quanto 1% do amor de Deus. Não o deus grego, manufaturado por homens; mas o Deus Criador e Redentor da Terra: o meu Deus, a quem eu conheço e a quem amo.

I want more, Lord.
I want more than ever before.

I want nights of deep understanding
And mornings of strong conviction.
I want eyes that see through evil
And a heart that senses good.

I want more, Lord,
I want more.

I want talks that change fates
And prayers that move hearts;
To be bits and pieces of You down here
To have the grace of beholding
The invisible around me.

I need more, Lord,
Simply more.

More of Your power to forgive
More of Your grace to wait
More of Your heart to embrace
More of Your truth to trust.

And perhaps by wanting simply more
I’ll have each day all my heart really needs:
More of You.

“Now to Him who is able to do exceedingly abundantly above all that we ask or think according to the power that works in us, to Him be the glory in the church by Christ Jesus to all generations, for ever and ever. Amen.” Ephesians 3:20

There are times my heart longs to be seen and heard, to be noticed. You know, those moments I just finished something beautiful or had a great idea or just laughed on my own… and no one is there to see, to understand, to share a laugh. Those moments that seem perfectly opposite of standing on a stage full of lights and applauses on you.

I’m positively sure I was not made to live alone. Genesis makes it very clear: since the day Eve was made, she never had to be alone—except if she wanted to. And, sadly, the day she did, was the first day this strange feeling entered our world. A moment of loneliness that transformed into alienation from the Creator and distance from the source of life. The consequences, we all know too well.

It was because of this distance that the Son of God had to risk His own existence (oh, glorious sacrifice!) and became creature to be know as Creator and Redeemer.

That’s when I remember, He IS HERE. Has always been! Since the beginning. Being light, being home, being companion. Since the first day, He has been here.

Indeed, He always has been, and always will be, Imanu’El—God with me.

Thank you, Jesus, for being the first to smile at my jokes. I love You. :)

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