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As pessoas precisam desesperadamente de um amor que só se encontra em Quem carrega cicatrizes por toda a eternidade por causa dele.
É por esse tipo de amor, de sacrifício extremo, de entrega absoluta, de perdão sem limites, que o mundo anseia quando as risadas desvanecem e as luzes se apagam. Se você já sentiu esse vazio, sabe do que falo.
Você já se apercebeu de que, enquanto nós, a Igreja, continuarmos a olhar para o nosso umbigo, preocupados se o irmão A está cumprindo a regra 358, estaremos cada vez mais longe de ver o cumprimento das promessas finais e do retorno de Jesus?
Você quer realmente fazer parte deste movimento? Fale da Cruz.
É nesse morte horrenda de um Homem diferente que se encontra a explicação para este vazio. Era por Ele que nós esperávamos, era dessa morte que precisávamos de nos livrar, era desse Amor que sentíamos falta!
Deus não prometeu poder para uma reforma coletiva da igreja, mas para um reavivamento coletivo (condicionado à vontade pessoal) que se reflete numa reforma individual e na pregação da grande Verdade de todos os tempos (o Evangelho) e deste tempo (o Juízo).
Quer ver o fim da dor e o início da alegria? Então fale da Cruz que cura, que perdoa, que dá novos começos. Ela não é o fim da vida do cristão, “é um ponto de partida”*.
Distribua novos começos à sua volta! Foi pra isso que Deus te chamou.
Pregue a Cruz e viva diariamente com o Deus que carrega as suas cicatrizes por você.

*O Pior do Homem, o Melhor de Deus

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A obra que o Espírito Santo realiza na nossa vida é como a contrução do templo de Salomão: longa, árdua e silenciosa; mas o resultado será tão estonteante como o foi o daquele templo: forte, glorioso e inspirador.
Os materiais que o compõe já vêm prontos: foram preparados fora de nós, na pedreira do sacrifício de Cristo. A sua montagem é tão silenciosa que é quase imperceptível; mas a visão final da obra não deixará dúvidas: foi feita por Deus.

Edificava-se a casa com pedras já preparadas nas pedreiras, de maneira que nem martelo nem machaso, nem instrumento algum de ferro se ouviu na casa quando a edificavam. 1 Reis 6:7

A caminho da Cruz, Jesus abdicou da Sua vontade de fazer justiça por Ele próprio, e confiou plenamente na justiça do Pai; confiou que Deus seria justo no tratamento da injustiça suprema que Ele sofria naquele momento (morrer uma morte horrenda sem qualquer vestígio de culpa própria).
Essa é a cruz que Cristo nos chama a levar: a renúncia das nossas vontades, da justiça própria e da junção das duas — fazer justiça pelas próprias mãos. Nessa abnegação, Jesus é o exemplo supremo, porque Ele foi o único ser humano a ser injustiçado sem ter um pingo de injustiça nEle.
Jesus era o único que podia pelos seus próprios méritos evitar a cruz, mas foi o único que, em total liberdade, foi ao encontro dela, unica e exclusivamente em benefício de outros.
Que outro amor se compara a este?

Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-Me. Mateus 16:24

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