Este é o meu blog. Ele existe para os momentos em que me sinto calada demais e com muito para dizer. Nem tudo o que digo vale a pena ser lido. Escolha sabiamente.

Que Yahweh o abençoe. :)

“Uma jovem de 27 anos vai se casar com um homem de 80 anos”, é uma das manchetes de hoje. Parece mais um caso clássico e normal (sério?), de uma moça casando pela segurança financeira de um velho milionário.

Mas de normal, esta história não tem nada.

Afton Elaine Burton, uma jovem norte-americana, saiu de casa aos 18 anos de idade, para ir viver perto da Penitenciária estatal de Corcoran (a 300km de Los Angeles, Califórnia), onde está encarcerado o seu idoso noivo, o infame Charles Manson, condenado a prisão perpétua por múltiplos homicídios de violência selvagem somados a décadas de roubos e outros crimes sociais, em parte motivados por ideologias orientais cientológicas.

Um parágrafo difícil de escrever.

Eu não conheço a moça mas li, por alto, a história do velho criminoso. Uma leitura deprimente, no mínimo. Dá pra ver que o Mal agarrou este homem bem cedo na vida, e ele se agarrou de volta.

A moça… não sei que tentáculo do Mal se aproximou dela, mas certamente ela aceitou de bom grado, e bem cedo também, para tomar uma decisão tão radical, ainda na adolescência.

Onde está a família desta moça? O que fizeram os pais, os amigos, os professores, as pessoas que a amam (que certamente existem), para abrir-lhe os olhos para o perigo? Para impedir que a insanidade do Mal a cegasse, e a fizesse refém?

Como já disse, não conheço a vida da Elaine. Não sei se tem um irmãozinho mais novo que a admira, ou uma mãe que compra todos os livros que ela quer. Não sei se ela sempre se interessou por filosofias auto-salvadoras de destruição iminente que levam as pessoas a cometer crimes, ou simplesmente foi um pequeno passo, de cada vez, na direção errada, a caminho da escuridão mental.

Só sei que uma moça bonita e interessante como a Elaine poderia viver livre e realmente feliz se não tivesse brincado com o Mal desde cedo na vida.

Na guerra entre o Bem e o Mal, os únicos que estão brincando são os seres humanos. Mais ninguém brinca. Os líderes dos dois lados não estão brincando. Os dois entendem a seriedade; os dois vêem as consequências eternas do que acontece aqui, todo o minuto. Nós somos os mais cegos e, por isso, os mais facilmente enganados pelo lado que quer nos destruir; e o lado que quer nos salvar, não usa a mentira nem a violência. Lembre-se disso: Tudo o que é aditivo, viciante e deixa você fora do controle de si mesmo, não é de Deus, não vem do Bem, e foi feito com o intuito de o destruir.

Não se engane. O inimigo de Deus é seu inimigo também. Ele quer atingir Deus, e ver você sofrer no processo. Esqueça que ele só quer te irritar, ou te atrapalhar. Não mesmo! Ele quer a sua morte. De preferência lenta, louca e perversamente.

A mentira é a sua obra-prima. E sendo que a mentira nada mais é do que uma história inventada, nunca vimos tanto do trabalho do inimigo sendo vendido, promovido e amado como no entretenimento de hoje. Sejam elas pequenas frases ou obras de 500 páginas, estejam em video, áudio, livros ou objetos, as mentiras têm a capacidade de se tornarem verdade mais rápido do que imaginamos. A gente esquece que o nosso cérebro foi criado para viver no Reino da Verdade: ele recebe como verídico tudo o que capta.

O que o seu cérebro tem captado ultimamente? Quantas horas por dia de histórias encharcadas de maldade? Quantos princípios de egoísmo, violência e engano absorvidos? Analise a sua vida. Provavelmente nem terá que pensar muito para perceber as coisas que não são de Deus que pertencem ao seu dia-a-dia, que têm as afeições do seu coração, dos seus gostos, que lhe oferecem prazer impuro.

Terrível, não é? É mais próximo de nós do que pensamos. E é aqui que o perigo reside.

Nunca traz bons resultados brincar com o Mal. Chegar perto para ver, para sentir, pode ser o suficiente para ser muito difícil de largar.

E mesmo que, em um momento de lucidez, você peça a liberdade que só Deus oferece, e Ele, no Seu profundo desejo de te salvar, liberte você do Mal, lembre-se que você foi criado livre e sempre será livre, até deixar o Mal prender você de novo.

E dessa vez, pode não ter volta.

Jesus nos alertou para o perigo de ter a “casa limpa e arrumada” depois que o Mal é expulso, mas não ocupar a casa com a presença do Libertador.*

A maneira perfeita de se manter livre é se “prender” aos laços do amor desse Deus que lhe deu vida, liberdade e restauração, de graça!

Lembre-se Dele, e Ele manterá você no caminho da vida eterna.
Não compensa viver no escuro.
Quando você viver na luz da Verdade, saberá que foi para isto que foi criado!
Que Deus te chame incansavelmente; que você ouça e queira viver!…
Até nos encontrarmos, para sempre, na Sua presença, em breve,
é a minha oração.

* E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para a minha casa, de onde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má.
Mateus 12:43-45

I believe in men.

I believe that men are born-leaders; instinctively ready to plan, build and conquer whatever they put their hearts on, and to do it with greatness.

Why am I saying this? Because, somehow, the world seems to have forgotten this truth.

In fact, it seems today’s modern society is on a mission to raise women to the highest pedestal in all layers of life, while generally trampling men on the way.
I believe the origin of this movement does have pure motives: a strong conviction to end social injustice that usually affects the weaker ones – poor, racial minorities, women, gays, etc.. This should be natural to western society, as Christianity is the foundation of it, at least in some degree. (By the way, lets not forget this passion to love the weak only takes relevant proportions after Jesus Christ comes and lives as a Human, leaving followers to live out His principles of life.)

However, this passion seems to be taking down more than just injustice and prejudice. In a way only humans can do, we are amplifying the threats and exaggerating the solutions when gender issues are concern.

I’m not talking about excusing abuses or using too much of the law to protect people. Of course there is no amplifying or exaggerating enough the need to protect the abused! Laws should be refined and reinforced with no mercy to the cruel selfish who thinks of humans as objects, whoever and wherever he is.

And I’m not saying also that women shouldn’t be sided to men in importance and space of influence. There is not one thing in a woman’s brain that makes her be less spectacular than a man. That’s just an irrefutable biological fact.

What I am saying however is that perhaps the strategies for pulling women up to the stage of men made us forget the nobility of their motives and became simply wrong by sheer force of will to make it happen.

Just think of the thousands of jokes you hear on TV, what you see on the movies, on commercials and even hear on friendly circles. Men of old, well, they were cool, with their hats and suits and gentlemenness (does this word exists?). Now modern men? Modern men are an excuse for a human being! Incapable of doing two things at a time, can’t concentrate on your eyes for more than 3 seconds (because what’s below your neck is too interesting), can’t work and take care of the house in the same day, live more to appease their physical needs than to use their braincells…  and you get the picture of this reality, the one they want you to believe.

This being said, it’s easy the understand the growing difficulty women have to trust and commit to men in general. Of course there is a lot of reasons for you to don’t trust another human. And a person doesn’t have to be male to disappoint you, if we’re being honest. That’s a prerogative of humankind.

But if you are constantly being told that men are simply dumber, self-centered idiots, with no sensibility or perception of others, living to take advantage of you and thinking of it every minute of their limited lives, maybe you get affected by it… and start believing in the lie that men ARE indeed inferior to women. And all of this was just to bring women higher!

Lets acknowledge the truth: if you need to put someone down to make you look taler, I’m sorry to disappoint you, my female friend, but you ARE actually smaller than the person you’re trying to surpass.

I don’t believe this is the right way of making social justice. Specially because it’s using lies to exalt the truth and that’s just twisted and wrong.

Can’t you see the damage this is causing to men all around you (and to women, if we’re honest)?

So here I leave some simple notes to all men (and women) that could be reading this:

Go find the meaning of life and your personal mission on the One who made you and not on the voices around you. God is the only One who can answer the questions that matter and show you His original purpose for your existence, and tell you what you can or cannot do. All other voices are reflections of His voice OR opposers of His truth. Learn to know the difference.

Your life is as valuable as the best person who loves you. Does this make sense? An example: If your mom is a great honorable woman, than you have as much natural value as she has, because she loves you. Another example: If the Creator of the Universe loves you in a practical, public, undeniable way, then you must be really important to Him. Got it? This is what love does to you. Treasure it. It’s getting hard to find these days.

You are not the only person that fails, that feels weak sometimes, that knows there is something intrinsically wrong inside of you. You are definitely NOT alone on this, and try never to forget it. In failing, we are all the same, man, woman, dog or tree. Unfortunately, this is a messed up world and it started to be like this long before you were born, so it is not on your shoulders. Just the messes YOU’ve done. And even those, there is solution for them, thanks to Jesus, the Son of God (I John 2:1-2).

Don’t look to the ground you’re stepping but to the point you’re headed. It’s a simple drawing technique: if you’re bound to draw a straight line, never look to the tip of the pencil, but to the end of the imaginary stroke. You can’t fail. Try it! It works every time. Don’t look too much to the person you are now, but more to the person you want to be (my personal tip: look to Jesus Christ). It will leave your shoulders lighter and your head higher and other people will see that on you.

There is perfect beauty in diferences that complement when put together. 
Can’t you see that? Strong broad shoulders were made to carry something and soft laps where made to hold someone. It’s that simple.

Recognize the value and purpose of all people and created things around you, and you’ll find peace, wisdom and joy this modern world knows nothing about. Because it’s origin is not in this world.

I believe in men and women, because both were created in the image of God.
And He believes in us.

“What is man, that You should exalt him,
That You should set Your heart on him?” Job 7:17

Arrumando minha gaveta de papéis (de vez em quando, uma limpa é necessário), achei este “poema” rabiscado há vários anos… Coisa de adolescente, mas achei que devesse publicar aqui, pelo menos posso jogar o papel sem remorso. Se lhe disser alguma coisa, fico feliz. Boa noite, e uma ótima semana para você!

 

Enquanto o Sol brilha, eu vejo o Teu poder;
Quando o Sol se põe, é mais difícil Te ver.
Mas ainda assim eu preciso acreditar;
De tudo o que já fizeste eu quero me lembrar.

Pois eu sei que a luz que hoje não vejo,
Um dia será o brilho da eternidade.
E todo o sonho, sentimento e desejo
Que hoje tenho, será, enfim, realidade.

Oh, Deus, que eu sempre me lembre disto:
Se o Sol não brilha, não é porque não está lá;
E que a noite não é eterna, nunca será.

E que o anseio do meu coração por luz e calor,
Será totalmente suprido, um dia, pelo Teu amor.

Enquanto o Sol brilha, eu vejo o Teu poder.
Quando o Sol se põe, com o meu coração, posso Te ver.

Malaquias 4:2
“Mas para os que temem o Meu nome, nascerá o Sol da Justiça, trazendo salvação nas Suas asas.”

Every human being has deep in his heart a personal definition of a perfect God.
That Being who comprehends the sum of all your deepest desires for love, attention, availability, power to act and antecipate all your needs and dreams.
This concept of a perfect personal God, however, seams to get easily crushed or at least set aside pretty early in life, as one experience desappointments as soon as a toddler.
From the small fears of a clear messed-up world to the massive of heartaches, there is so many reasons to forget the possibility of that personal image finding its origin in reality.

From all of this, one can almost conclude on his own there must be an invisible conspiracy to destroy all possibilities of pursuing this perfect God that may or may not exist. Everything around you seems to act against it.

Until you notice the fragile perfection of a small bird. Until you feel the warm weight of a baby in your arms. Until you taste the sweetest fruit… And in a flash of a second, the possibility of a perfect God touchest your heart with such strenght that you fear a conspiracy might actually exist to draw you near a Perfection you’ve always desired.

One of those tokens of this Perfection Conspiracy is the book “A God Named Desire”. For me, reading this book was a sequence of smiles, laughs and “I knew it” moments. I’m positively convinced any human reader would have these sames reactions, if honest to himself…

Promise me you will read this book if you have the chance to. It’s not only very well writing (as anything coming from Pr. Ty Gibson) but it IS actually ALL very REAL.
Read it and let the truth sink in. Believe me, you will never be the same again.

Buy on ABC store

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Título: “A Descoberta”
Subtítulo: A experiência que revolucionou a vida de um cientista ateu

Autoria: Denis Cruz e Michelson Borges
Editora: Casa Publicadora Brasileira

Vou ser sincera: partindo do meu conhecimento prévio dos autores, título e subtítulo, comecei a ler este livro com expectativas baixas. Não pelos autores, é claro! Michelson Borges e Denis Cruz já mais que provaram sua capacidade de expôr ideias e cativar mentes (aliás, foi somente pelos autores que peguei o livro pra ler). E certamente não por achar pouco relevante o debate ciência x religião; toda a pessoa neste planeta precisa de questionar de onde veio e para onde vai (e achar respostas).

Porém, ainda tenho arraigado o hábito de esperar pouco da ficção escrita por adventistas. (Eu avisei que ia ser sincera.) Creio que isto é natural porque o nosso amor à verdade e à realidade não nos deixam voar muito alto (ou pra longe da fé), quando toca a criatividade e fantasia.

No entanto, quando a narrativa do livro “A Descoberta” começa com um físico ateu usando seu charme sapiencial numa mulher que claramente não é sua e é interrompido por um telefonema que abala o seu mundo, o leitor fica no mínimo interessado em saber o que um jornalista criacionista e um advogado cristão têm para dizer através deste personagem Carlos Biagioni e suas complicações familiares.

Não importa se você é ateu, cristão, evolucionista, criacionista, leitor da Bíblia ou um simples devorador de livros: vai encontrar nesta obra uma história cativante, com pessoas reais e sinceras, numa busca pela vida que todos desejamos: com paz e sentido, ainda que não com todas as respostas. E mais: uma história que, no seu diálogo acessível (e divertido!), expõe a essência das grandes mentes da ciência e da filosofia humanas, os anseios do coração que aproximam cientistas e leigos e a multiforme interação do homem com a Divindade.

Talvez você se encontre no Carlos, ou na Laura, ou na Bia… Ou, se for como eu, em momentos de cada um. Mas certamente vai se encontrar diante das maiores perguntas que algum humano já fez e diante das respostas mais significativas e indispensáveis da vida.

Se você é adventista do sétimo dia, a leitura deste livro poderá ser muito mais do que um sadio entretenimento. Leia e partilhe o que aprendeu de novo. Se for como eu, terminará o livro com um sorriso no rosto, a mente cheia e muita gratidão no coração.

E se você não consegue deixar de pensar que um livro autorado por um jornalista criacionista e um escritor cristão, com o título “A Descoberta”, sobre a jornada filosófica de um cientista ateu, tem um final óbvio, pense de novo.

Melhor ainda, leia o livro.
É a jornada que define o final, e não o contrário.

Leia, pense e viva. …E depois me conte o que achou. :)

Como comprar:

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Blog do Michelson Borges

PS: Como o livro acabou de ser lançado, achei melhor não contar detalhes, mas no futuro próximo vou postar as partes que achei mais engraçadas. Se eu disser que morri de rir em alguns momentos, você acredita? #ameiestelivro

Por várias vezes assisti e até participei em discussões sobre como um Deus de amor pode ordenar a exterminação completa de povos, por Sua arbritrária vontade, e continuar a ser visto por nós, leitores da Bíblia, como um Deus de amor.

É verdade que ao olhar desprendido do todo, as ordens de Deus ao povo de Israel para dominar e destruir tudo e todos na terra dos pagãos, parece saído de um teatro grego e não do mesmo Livro que revela Jesus, o Cordeiro que derramou o Seu sangue por nós.

Esta ideia surge quando olhamos para Deus como um deus grego, distante dos homens o suficiente para não sentir a sua morte, mas perto o suficiente para se irritar com o seu comportamento. Assim, surge um Deus confuso, inconstante. Um Deus que só ama quem quer amar e só salva quem lhe apetece.

…E não um Deus que espera, que dá tempo; que cria e deixa viver; um Deus que liberta e não força; que dá… sem esperar em troca.

Pois é este Deus que eu vejo; não em três ou quatro versos de um livro fora do contexto. Mas em 66 livros e 28 anos de vida. Se todos concordamos que Deus é muito mais do que eu consigo imaginar, porque tomo 1 verso bíblico (ou até mesmo 1 livro!) como suficiente para abarcar o Seu caráter?

Eu não estava lá para ver porquê este Deus que eu amo, em algum momento da História, desejou a morte de quem não O seguia. Mas de uma coisa eu sei: na maioria das vezes eu desejo o fim do sofrimento muito mais cedo do que Ele.

E se o sangue inocente que corria pelas ruas de Sodoma fosse de alguém que eu amo? Teria tanta vontade de poupar o mau?… Não sei. Eu só sei que a minha misericórdia nunca chegará a ser tão grande quanto 1% do amor de Deus. Não o deus grego, manufaturado por homens; mas o Deus Criador e Redentor da Terra: o meu Deus, a quem eu conheço e a quem amo.

Ela é simpática e divertida, com a sua pele morena e cabelos cacheados até aos ombros. Líder na escola que frequenta e muito participativa na classe dos adolescentes da sua igreja, Jéssica é uma cristã adventista que muitos pais gostariam de ter como filha. Apaixonada por leitura, devora com facilidade livros que lhe emprestavam, principalmente se forem da série “Crepúsculo”.

Se você não conhece esta literatura para adolescentes, provavelmente não identificou nada de errado no parágrafo acima. Mas há, sim, algo de errado e profundamente contraditório na vida real que acabei de descrever. E Jéssica não é a única neste situação.

O entretenimento hoje é uma indústria gigantesca que envolve milhões de pessoas e bilhões de dólares. Mas para as milhões de pessoas que diariamente doam para esta “causa”, o entretenimento tem, quase imperceptivelmente, se tornado mais do que um passatempo: na prática, serve como uma religião. Não como um meio de chegar ao Deus verdadeiro, mas como fonte de um deus auto-criado, auto-condescendente, interno e ideal — perfeito para preencher o vazio do coração e afastar da consciência os anseios celestiais que ainda ecoam no Homem.

Esta realidade é claramente exposta por um dos administradores da DeviantART, a maior comunidade online de artistas, no seu “caderno de pensamentos” virtual. Ele se sente na obrigação de defender o status do homem pós-moderno como mais do que simples consumidor, e de categorizar filmes, jogos e música como mais do que mero entretenimento. “Nós nos ‘investimos’ grandemente neles. (…) Filmes sempre foram (e agora, também, os videogames) as “religiões” ou mitos alternativos que escolhemos para nos identificarmos e através dos quais frequentemente definimos e direcionamos a forma de pensar a vida, por vezes a uma extensão maior do que a das próprias Religiões ou Ideologias.”

Seria ridículo afirmar que esta indústria não deixa a sua marca no dia-a-dia do cristão adventista. Na verdade, somente um eremita extremo conseguiria estar totalmente à margem dos sons, das imagens e das ideias que envolvem praticamente todos os ambientes públicos (e muitos particulares também), “gentilmente” gritando a quem passe o que esta religião defende.
Ela está em todo o lado: na música do supermercado, nas publicidades dos ônibus, no programa televisivo, no documentário histórico, na revista das bancas. Oferecendo, “de graça”, um conceito de vida superior, sem culpas, limites ou preconceitos, onde os meus sentimentos são o termômetro da razão e as consequências do que faço são o pequeno preço da felicidade, fazendo com que o meu prazer faça tudo valer a pena.

Um cristão, que crê e toma diariamente a Bíblia como a revelação verdadeira do único Deus, sabe que só há uma Verdade, uma só Origem, um Plano e um Futuro, totalmente desejáveis ao coração humano.
No entanto, essa Verdade não é conhecida nem apreciada por essa indústria que prega o amor próprio à parte da Fonte do Amor, que defende os direitos sem mencionar as obrigações, que impõe um pretenso padrão elevado sem mencionar as decepções inerentes.

Viver neste século, nesta cultura, é ver que o Mal é tão real quanto o Bem, e que as suas ações, ainda que bem vestidas e iluminadas, não passam de ilusão e morte. Somente a Luz é a segurança do cristão. “Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz para o meu caminho.” Salmo 119:105.

Se sou cristão, sei que a Bíblia é a verdadeira fonte da Verdade que me “religa” a Deus, o Criador Redentor, de quem tanto sinto falta. A dificuldade não está em definir o que eu acredito, mas em controlar o que sinto no dia-a-dia. A força da indústria do entretenimento não está no seu bem-esquematizado conjunto de doutrinas ou na sua clara posição sobre a eutanásia — a sua força está em saber usar cada som, imagem e palavra para me fazer sentir. Ponto. Não pensar, mas sentir. Os sentimentos são reais, mesmo que a história contada não o seja. O sentimento é real o suficiente para despertar outros que já habitavam na minha natureza e, assim, o que não era, passa a existir e lentamente sou o que a minha Religião nunca me incentivou a ser.

O desafio não é parar de sentir (já que sentir é uma dádiva de Deus). É “peneirar” o assimilado, à luz da Verdade, e escolher as fontes que alimentam a mente e o coração. Ainda bem que temos um Deus que nos conhece como ninguém, e que nos oferece o exemplo e o poder para viver uma vida livre de ilusões, cheia de experiências verdadeiras de paz, amor e segurança (Jer. 29:11).

Pessoa alguma, a não ser os que fortaleceram o espírito com as verdades da Escritura, poderá resistir no último grande conflito. GC 593
Estamos vivendo no período mais solene da história deste mundo. O destino das imensas multidões da Terra está prestes a decidir-se. … Necessitamos humilhar-nos perante o Senhor, com jejum e oração, e meditar muito em Sua Palavra (…). Cumpre-nos buscar agora uma experiência profunda e viva nas coisas de Deus. GC 601

Que esta seja a sua e a minha experiência, até aquele Dia, em que tudo que tivermos abdicado nesta vida parecerá nada comparado com a realidade gloriosa diante dos nossos olhos (Rom. 8:18).

I want more, Lord.
I want more than ever before.

I want nights of deep understanding
And mornings of strong conviction.
I want eyes that see through evil
And a heart that senses good.

I want more, Lord,
I want more.

I want talks that change fates
And prayers that move hearts;
To be bits and pieces of You down here
To have the grace of beholding
The invisible around me.

I need more, Lord,
Simply more.

More of Your power to forgive
More of Your grace to wait
More of Your heart to embrace
More of Your truth to trust.

And perhaps by wanting simply more
I’ll have each day all my heart really needs:
More of You.

“Now to Him who is able to do exceedingly abundantly above all that we ask or think according to the power that works in us, to Him be the glory in the church by Christ Jesus to all generations, for ever and ever. Amen.” Ephesians 3:20

Vivemos na fase mais sofisticada da Era da Comunicação. Comunicar é quase tão essencial como respirar. Caminhamos a passos largos para um mundo que categoriza a internet e a tecnologia móvel como bens de primeira necessidade. Veja-se os jovens cujo primeiro movimento do dia não é sair da cama ou se espreguiçar, mas consultar o que os “amigos” fizeram online enquanto ele dormia.

Estes serviços virtuais de ligação e interação social têm sido recebidos por milhões como a solução para o desejo mais íntimo de expressão, de conexão e de notoriedade. Um pouco como água para matar a sua sede de ligação emocional, de partilha, de sentimento de pertença, de ouvir e ser ouvido – em suma, de ser amado.

E chegamos ao centro do desejo humano: viver o amor.

Nós fomos feitos para nos comunicarmos porque fomos feitos para amar. E a materialização do amor se dá através da comunicação, nas suas mais variadas formas.
É assim que, quando um adolescente “texta” à velocidade da luz, quando uma senhora aposentada passa uma hora rolando o scroll do Facebook, quando um homem de negócios tuíta ou um jovem publica no Instagram o pôr-do-sol do dia, é como se fosse, no fundo, uma pessoa dando amor, à espera de sentir o mesmo de volta, em algum momento, mesmo que por um segundo.

Nisto, pelo menos, nós compreendemos Deus: sabemos o que é fazer muito para receber pouco em troca. O nosso Pai do Céu deu tudo o que tinha de mais valioso — o Seu Filho, e com Ele todo o Céu (ellen white) — para ter de volta a nossa atenção, o nosso amor, e, quem sabe, um dia, a nossa total lealdade. E nós gastamos horas de energia e atenção em comunicar com quem não nos vê e ignoramos tão facilmente Quem nos vê bem mais do que nós próprios somos capazes de o fazer.

É hora de gastar tempo conhecendo melhor este Deus que ama ao ponto de usar todos os meios, não para nos prender à Sua vontade, mas para mostrar que a eternidade do Seu amor é mais completa, mais recompensadora e desejável que qualquer segundo de amor que possamos receber deste mundo. “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro.” I João 4:19

Em Cristo se acham ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu Se acha abrigado na humanidade, e esta envolvida no seio do Infinito Amor. – {DTN 13

O que mais podemos desejar, do que ser “amigos” na rede social do Infinito Amor?

There are times my heart longs to be seen and heard, to be noticed. You know, those moments I just finished something beautiful or had a great idea or just laughed on my own… and no one is there to see, to understand, to share a laugh. Those moments that seem perfectly opposite of standing on a stage full of lights and applauses on you.

I’m positively sure I was not made to live alone. Genesis makes it very clear: since the day Eve was made, she never had to be alone—except if she wanted to. And, sadly, the day she did, was the first day this strange feeling entered our world. A moment of loneliness that transformed into alienation from the Creator and distance from the source of life. The consequences, we all know too well.

It was because of this distance that the Son of God had to risk His own existence (oh, glorious sacrifice!) and became creature to be know as Creator and Redeemer.

That’s when I remember, He IS HERE. Has always been! Since the beginning. Being light, being home, being companion. Since the first day, He has been here.

Indeed, He always has been, and always will be, Imanu’El—God with me.

Thank you, Jesus, for being the first to smile at my jokes. I love You. :)

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